Prologue
Em meados do século XIX, a população negra seguia construindo seus espaços na cidade de São Paulo. A Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos conseguira construir a Igreja do Rosário, e em torno dela promovia celebrações com grande presença africana. A área de matas conhecida como Campos do Bexiga, em torno do córrego Saracura, um refúgio para fugitivos da escravidão, já se transformava em base de uma comunidade negra. Graças ao trabalho escravo, o café enriquecia a cidade, mas nas fazendas surgiam mais e mais quilombos, mais e mais rebeliões…Ainda que o poder estivesse totalmente nas mãos dos homens brancos (vários deles nem tão brancos assim…), nas ruas milhares de pessoas negras – escravizadas ou livres – trabalhavam em diferentes ofícios – carregadores, lavadeiras, quitandeiras e outros. Entre essas pessoas estava Tiodora, uma mulher escravizada que procura, através da palavra escrita, alcançar sua alforria. Este livro inspira-se nesse momento.
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Suspendisse varius enim in eros elementum tristique. Duis cursus, mi quis viverra ornare, eros dolor interdum nulla, ut commodo diam libero vitae erat. Aenean faucibus nibh et justo cursus id rutrum lorem imperdiet. Nunc ut sem vitae risus tristique posuere.
Vivamus suscipit tortor eget felis porttitor volutpat. Curabitur arcu erat, accumsan id imperdiet et, porttitor at sem. Vestibulum ac diam sit amet quam vehicula elementum sed sit amet dui. Donec rutrum congue leo eget malesuada.
Pellentesque in ipsum id orci porta dapibus. Sed porttitor lectus nibh. Nulla quis lorem ut libero malesuada feugiat. Mauris blandit aliquet elit, eget tincidunt nibh pulvinar a. Donec rutrum congue leo eget malesuada.
Read the Full Book
Register for a free membership to continue reading Mukanda Tiodora and gain unlimited access to our entire library.
Continue Reading
Secure & Ad-Free Experience